Agenda Cultural
Oh! Oh! Oh! Minas Gerais . Grupo Cara de Pauco BH
Data
13/03/2009
Hora
20:30
Cidade
SJDR
Local
Teatro Municipal
Descrição
SOBRE O ESPETÁCULO
O objetivo deste projeto é a realização da montagem do espetáculo “Oh! Oh! Oh! Minas”, em comemoração aos 40 anos de estréia da primeira montagem, que foi o primeiro grande sucesso mineiro fora do estado de Minas Gerais. Fez apresentações em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, foi recorde de público, totalizando em apenas um mês e meio de temporada mais de 20 mil pessoas.
O espetáculo “Oh! Oh! Oh! Minas” retrata o mineiro desde a sua origem, do caipira ao Coronel político. É uma revista do cotidiano de Minas, sua política e os grandes manifestos escritos por políticos mineiros. O espetáculo é um retrato dos mineiros: da poesia, das músicas e do folclore de Minas, parte da nossa história que anda um pouco esquecida. Pretende-se com este projeto fazer uma homenagem ao teatro mineiro e trazer à tona a história do teatro mineiro, bem como as raízes políticas de Minas, aos grupos que resistem ao longo do tempo e aos autores mineiros e em particular a Jota D’Angelo e Jonas Block, pela importância da obra que sofreu censura na ocasião da primeira montagem e ainda hoje continua completamente atual.
O espetáculo teve sua estréia em Novembro de 2008 em Belo Horizonte no Teatro Alterosa e prevê apresentações em Ipatinga e São João Del Rei.
Esse espetáculo conta com o apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, através da Secretaria Estadual de Cultura e tem Patrocínio da USIMINAS.
JUSTIFICATIVA DE MONTAGEM
Falar da história do mineiro é sem dúvida nenhuma uma das viagens mais interessantes. Através de uma história informal, descobrir nas dobras do tempo, as características políticas de uma época e suas influências no cotidiano e bem como na cultura de Minas Gerais.
O espetáculo “Oh! Oh! Oh! Minas” é apaixonante, capaz de comover, de fazer rir e pensar. Assim o texto se completou no palco, única forma válida de aferir a teatralidade do que foi escrito.
Este espetáculo merece destaque pelo valor literário, e entrega ao público trechos inteiros do fabuloso “Romanceiro da Inconfidência” de Cecília Meireles, versos de Olavo Bilac e de Carlos Drumond de Andrade, a prosa de Guimarães Rosa, poemas de Afonso Romano de Sant’Anna e Trechos de crônicas de Fernando Sabino, e conta também com documentos rigorosamente históricos diligentemente pesquisados.
Destacando-se também pela habilidade com que Jota D’Angelo e Jonas Block manipularam o rico material recolhido, bem como na transcrição do anedotário da peça.
Não foi à toa que “Oh! Oh! Oh! Minas” foi o maior sucesso dos palcos de 1967, nos grandes centros do país, que foi a autolouvação do mineiro, tamanho foi o sucesso deste espetáculo, assistido por JK e tantos políticos da época.
Não somos dos que julgam do valor de uma peça apenas pelo êxito popular. Mas é sempre certo que o sucesso junto ao público é também um justo critério de valor. Afinal o teatro é meio de comunicação e a receptividade de um espetáculo, sobretudo quando a reciprocidade chega também aos meio cultos, pode muito bem dar o índice de seu mérito. É o caso desta peça, e destes pioneiros no que diz respeito à direção e interpretação, que estão abrindo caminhos na vida teatral: Uma dramaturgia mineira.
SINÓPSE
O espetáculo musical “Oh! Oh! Oh! Minas” traz em seu texto o retrato da mineiridade diante de uma época de grandes questionamentos políticos, e a transformação de uma geração através do teatro. A história dos mineiros, com seus sotaques e suas tradições.
Ficha Técnica e Artística
Texto:
Jota D’Angelo e Jonas Bloch
Direção e concepção de cenários:
Mamélia Dornelles
Elenco:
Ana Gusmão
Amauri Reis
Bartira Fortes
Cláudia Assunção
Diorcélio Antônio
José Maria Amorim
Rafael Mazzi
Alfredo Viana
Juliana Marques
Geraldo Peninha
Produção:
Jair Raso
Produção Executiva:
Grupo Cara de Palco
Produção Executiva local:
Ana Simões
Assessoria de Imprensa:
Cristina Raso
Projeto Gráfico:
Reis
Figurinos:
Raul Belém Machado
Adereços:
José Maria Amorim // Reis // Antônio Lima
Fotos:
Sérgio Falci
Cenotécnica:
José Maria Amorim
Execução de cenários:
Márcio Sales
Iluminação:
Márcio Carvalho // Virgílio Dangelo
Chefe de Palco:
Márcio Carvalho
Montagem/ técnicos:
Juliano Ventura // Marcelo Oliveira
Grupo Cara de Palco - NÚCLEO DE TEATRO
Pensar a cultura dentro de um conceito mais amplo desenvolvendo ações que estimulem a pesquisa, a cidadania e a mobilização das pessoas em parcerias, tem sido a tônica de nosso trabalho, tendo também como proposta o refinamento nas produções, focando sempre o trabalho de pesquisa, valorizando a cultura artística brasileira através do entretenimento. Para tanto, o Grupo Cara de Palco, que vem atuando nas artes cênicas desde 1985 em Belo Horizonte e também pelo Brasil afora, realizando temporadas, oficinas, discussões, pesquisas e participando de festivais de teatro em capitais e pelo interior dos estados.
O Grupo está com três espetáculos em circulação, “Chico Rosa”, “Julia e a memória do Futuro” e “A Corda e o Livro”, proporcionando ao público, através da apresentação de espetáculos teatral, um espaço de reflexão sobre valores sociais contemporâneos, e preapara sua nova produção: “Cena Interrompida” que traz de volta aos palcos Wilma Henriques e Eliane Maris, prevista para o segundo semestre.
O Grupo cara de Palco mantém em seu quadro de pessoal uma equipe de profissionais que trabalham efetivamante para o grupo.
Em 2005 o GRUPO CARA DE PALCO associou-se com o ESPAÇO ARTE E VIDA e com esta parceria foi realizada a montagem da peça "Júlia e a memória do futuro" que teve sua estréia em maio de 2007.
Espetáculos Produzidos pelo Grupo Cara de Palco
JÚLIA E A MEMÓRIA DO FUTURO (2007) - A CORDA E O LIVRO (2006) - CHICO ROSA (2003) - TRÊS MÃES (2002) - A PAIXÃO DE UM DEUS (1999) - AS MULHERES SE ODEIAM (1998) - ÓPERA DE SABÃO (1988) , - VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU (1987) - O DELÍRIO DO PODER (1986) - MAS QUE HOUVE, HOUVE (1984)
Autor - diretor /Jair Raso
Formado em Filosofia pela FAFICH-MG e medicina pela UNIPAC Barbacena MG, tem também em seu currículo vários cursos na área de artes cênicas realizados em Belo Horizonte e São Paulo.
São mais de 20 anos dedicados ao estudo e também à atuação nas artes cênicas. Ao longo desse período acumulou experiência atuando como escritor, diretor, ator, iluminador e também produtor de diversas montagens em Belo Horizonte e no interior do estado. Entre os espetáculos escritos e dirigidos por Jair Raso estão: o musical “Chico Rosa”, as comédias “Defunto Bom é Defunto Morto” e “As mulheres se odeiam”, e os dramas “Paixão de um Deus”, “Três Mães” (Prêmio Sinparc Bonsucesso, melhor texto, 2002), “A Corda e o Livro”, (Prêmio Sinparc Bonsucesso, 05 indicações e prêmio de melhor cenário 2007) e “Júlia e a Memória do Futuro”.
Fonte: Teatro Municipal
O objetivo deste projeto é a realização da montagem do espetáculo “Oh! Oh! Oh! Minas”, em comemoração aos 40 anos de estréia da primeira montagem, que foi o primeiro grande sucesso mineiro fora do estado de Minas Gerais. Fez apresentações em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, foi recorde de público, totalizando em apenas um mês e meio de temporada mais de 20 mil pessoas.
O espetáculo “Oh! Oh! Oh! Minas” retrata o mineiro desde a sua origem, do caipira ao Coronel político. É uma revista do cotidiano de Minas, sua política e os grandes manifestos escritos por políticos mineiros. O espetáculo é um retrato dos mineiros: da poesia, das músicas e do folclore de Minas, parte da nossa história que anda um pouco esquecida. Pretende-se com este projeto fazer uma homenagem ao teatro mineiro e trazer à tona a história do teatro mineiro, bem como as raízes políticas de Minas, aos grupos que resistem ao longo do tempo e aos autores mineiros e em particular a Jota D’Angelo e Jonas Block, pela importância da obra que sofreu censura na ocasião da primeira montagem e ainda hoje continua completamente atual.
O espetáculo teve sua estréia em Novembro de 2008 em Belo Horizonte no Teatro Alterosa e prevê apresentações em Ipatinga e São João Del Rei.
Esse espetáculo conta com o apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, através da Secretaria Estadual de Cultura e tem Patrocínio da USIMINAS.
JUSTIFICATIVA DE MONTAGEM
Falar da história do mineiro é sem dúvida nenhuma uma das viagens mais interessantes. Através de uma história informal, descobrir nas dobras do tempo, as características políticas de uma época e suas influências no cotidiano e bem como na cultura de Minas Gerais.
O espetáculo “Oh! Oh! Oh! Minas” é apaixonante, capaz de comover, de fazer rir e pensar. Assim o texto se completou no palco, única forma válida de aferir a teatralidade do que foi escrito.
Este espetáculo merece destaque pelo valor literário, e entrega ao público trechos inteiros do fabuloso “Romanceiro da Inconfidência” de Cecília Meireles, versos de Olavo Bilac e de Carlos Drumond de Andrade, a prosa de Guimarães Rosa, poemas de Afonso Romano de Sant’Anna e Trechos de crônicas de Fernando Sabino, e conta também com documentos rigorosamente históricos diligentemente pesquisados.
Destacando-se também pela habilidade com que Jota D’Angelo e Jonas Block manipularam o rico material recolhido, bem como na transcrição do anedotário da peça.
Não foi à toa que “Oh! Oh! Oh! Minas” foi o maior sucesso dos palcos de 1967, nos grandes centros do país, que foi a autolouvação do mineiro, tamanho foi o sucesso deste espetáculo, assistido por JK e tantos políticos da época.
Não somos dos que julgam do valor de uma peça apenas pelo êxito popular. Mas é sempre certo que o sucesso junto ao público é também um justo critério de valor. Afinal o teatro é meio de comunicação e a receptividade de um espetáculo, sobretudo quando a reciprocidade chega também aos meio cultos, pode muito bem dar o índice de seu mérito. É o caso desta peça, e destes pioneiros no que diz respeito à direção e interpretação, que estão abrindo caminhos na vida teatral: Uma dramaturgia mineira.
SINÓPSE
O espetáculo musical “Oh! Oh! Oh! Minas” traz em seu texto o retrato da mineiridade diante de uma época de grandes questionamentos políticos, e a transformação de uma geração através do teatro. A história dos mineiros, com seus sotaques e suas tradições.
Ficha Técnica e Artística
Texto:
Jota D’Angelo e Jonas Bloch
Direção e concepção de cenários:
Mamélia Dornelles
Elenco:
Ana Gusmão
Amauri Reis
Bartira Fortes
Cláudia Assunção
Diorcélio Antônio
José Maria Amorim
Rafael Mazzi
Alfredo Viana
Juliana Marques
Geraldo Peninha
Produção:
Jair Raso
Produção Executiva:
Grupo Cara de Palco
Produção Executiva local:
Ana Simões
Assessoria de Imprensa:
Cristina Raso
Projeto Gráfico:
Reis
Figurinos:
Raul Belém Machado
Adereços:
José Maria Amorim // Reis // Antônio Lima
Fotos:
Sérgio Falci
Cenotécnica:
José Maria Amorim
Execução de cenários:
Márcio Sales
Iluminação:
Márcio Carvalho // Virgílio Dangelo
Chefe de Palco:
Márcio Carvalho
Montagem/ técnicos:
Juliano Ventura // Marcelo Oliveira
Grupo Cara de Palco - NÚCLEO DE TEATRO
Pensar a cultura dentro de um conceito mais amplo desenvolvendo ações que estimulem a pesquisa, a cidadania e a mobilização das pessoas em parcerias, tem sido a tônica de nosso trabalho, tendo também como proposta o refinamento nas produções, focando sempre o trabalho de pesquisa, valorizando a cultura artística brasileira através do entretenimento. Para tanto, o Grupo Cara de Palco, que vem atuando nas artes cênicas desde 1985 em Belo Horizonte e também pelo Brasil afora, realizando temporadas, oficinas, discussões, pesquisas e participando de festivais de teatro em capitais e pelo interior dos estados.
O Grupo está com três espetáculos em circulação, “Chico Rosa”, “Julia e a memória do Futuro” e “A Corda e o Livro”, proporcionando ao público, através da apresentação de espetáculos teatral, um espaço de reflexão sobre valores sociais contemporâneos, e preapara sua nova produção: “Cena Interrompida” que traz de volta aos palcos Wilma Henriques e Eliane Maris, prevista para o segundo semestre.
O Grupo cara de Palco mantém em seu quadro de pessoal uma equipe de profissionais que trabalham efetivamante para o grupo.
Em 2005 o GRUPO CARA DE PALCO associou-se com o ESPAÇO ARTE E VIDA e com esta parceria foi realizada a montagem da peça "Júlia e a memória do futuro" que teve sua estréia em maio de 2007.
Espetáculos Produzidos pelo Grupo Cara de Palco
JÚLIA E A MEMÓRIA DO FUTURO (2007) - A CORDA E O LIVRO (2006) - CHICO ROSA (2003) - TRÊS MÃES (2002) - A PAIXÃO DE UM DEUS (1999) - AS MULHERES SE ODEIAM (1998) - ÓPERA DE SABÃO (1988) , - VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU (1987) - O DELÍRIO DO PODER (1986) - MAS QUE HOUVE, HOUVE (1984)
Autor - diretor /Jair Raso
Formado em Filosofia pela FAFICH-MG e medicina pela UNIPAC Barbacena MG, tem também em seu currículo vários cursos na área de artes cênicas realizados em Belo Horizonte e São Paulo.
São mais de 20 anos dedicados ao estudo e também à atuação nas artes cênicas. Ao longo desse período acumulou experiência atuando como escritor, diretor, ator, iluminador e também produtor de diversas montagens em Belo Horizonte e no interior do estado. Entre os espetáculos escritos e dirigidos por Jair Raso estão: o musical “Chico Rosa”, as comédias “Defunto Bom é Defunto Morto” e “As mulheres se odeiam”, e os dramas “Paixão de um Deus”, “Três Mães” (Prêmio Sinparc Bonsucesso, melhor texto, 2002), “A Corda e o Livro”, (Prêmio Sinparc Bonsucesso, 05 indicações e prêmio de melhor cenário 2007) e “Júlia e a Memória do Futuro”.
Fonte: Teatro Municipal




















